Pai registra filho “no sigilo” como Gabriel Henrique Arrascaeta

O Flamengo tem fanáticos espalhados pelo Brasil. No Amazonas, por exemplo, pesquisas apontam que o clube tem a maior torcida do estado. Mas nem todos torcedores são iguais, não é mesmo? Gênesis Braga da Silva, por exemplo, é muito diferente dos demais.

Gênesis é daqueles que são sócios-torcedores, não perdem um jogo sequer do clube, falam o tempo todo do Flamengo e – por que não? – tomam atitudes exageradas de vez em quando. Numa dessas decisões tomadas no impulso – e sem consentimento de sua esposa – nasceu, em Manaus, Gabriel Henrique Arrascaeta Chagas da Silva, hoje com 22 dias.

– No começo foi difícil convencer minha esposa porque ela não queria Arrascaeta, ela achava que era meio feio e não conhecia o jogador. Aí eu mostrei para ela quem era o jogador, mostrei os gols que ele fazia e disse que eu gostava muito. Até que a maternidade toda soube que ia ser Arrascaeta, todo mundo ficou falando, foi aquele alvoroço – conta.

“Aí ela teve que ceder um pouco. Eu fui no cartório e já voltei com ele registrado como Arrascaeta. Ela não pôde fazer mais nada. Para convencê-la, mostrei o primeiro gol da final da Libertadores de 2019. Ela assistiu comigo, mas depois aceitou. Agora a gente só chama ela de Arrasca.— Gênesis Braga da Silva, pai.

O pai “maluco” contou o processo para homenagear o trio multicampeão pelo Flamengo. Tudo começou na final da Libertadores de 2019. O gol de empate, marcado por Gabriel, foi iniciado em jogada de Bruno Henrique e teve assistência de Arrascaeta. O título, inclusive, culminou numa tatuagem da taça da Libertadores em seu antebraço.

– Como flamenguista foi fácil. Devido à final da Libertadores, daquelas conquistas de 2019, com Gabriel, Bruno Henrique, Arrascaeta, Everton Ribeiro… Quando a gente descobriu que ela estava grávida, fizemos um acordo: se fosse mulher, minha esposa escolheria o nome. Se fosse homem, eu escolheria o nome. Quando descobrimos que seria menino, já tinha em mente o que ia fazer. Eu falei para ela que seria Bruno Henrique. Ela gostou. Falou: “nome bonito”, entramos num acordo – ilustrou

por:g1.com

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