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Alunos chineses voltam às aulas com pulseira eletrônica para detectar infecção pelo novo coronavírus


As pulseiras inteligentes medem a temperatura do aluno em tempo real e enviam mensagens às escolas e aos pais, por meio de um app, caso perceba alterações. Estudante veste máscara de proteção na reabertura das aulas após surto de Covid-19 na China. Ao fundo, um cartaz que diz “Não entre em pânico, confie na ciência”. Em Pequim as aulas voltaram nesta segunda-feira (11)
Nicolas Asfouri/AFP
Os estudantes de Pequim voltaram às escolas nesta segunda-feira (11) equipados com uma pulseira eletrônica que emite um alerta em caso de febre, num momento em que a China teme uma nova onda de infecções pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2).
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Este dispositivo é o exemplo mais recente do uso em massa das novas tecnologias para tentar controlar um vírus que infectou oficialmente mais 83 mil pessoas no país, causando ao menos 4,6 mil mortes.
A China, o primeiro país afetado pela Covid-19, fechou todas as suas escolas em janeiro. Desde então, as aulas foram online.
As pulseiras inteligentes medem a temperatura do aluno em tempo real. Seus pais e escolas podem monitorar sua situação por meio de um aplicativo, de acordo com o jornal Beijing Daily.
Recado para os pais
Em caso de temperatura anormal –acima de 37ºC– a pulseira envia um sinal aos professores que são orientados a alertar a polícia, disse o jornal. O dispositivo ainda está sendo testado em cinco distritos da capital chinesa.
Os controles de temperatura, o uso obrigatório de uma máscara e a distância física tornaram-se a norma nas escolas do país, onde as autoridades temem um surto de infecções.
Embora a China tenha controlado a epidemia em seu território, o país registrou 17 novos casos nesta segunda, dez deles de origem local, especialmente em Wuhan, uma metrópole em quarentena por dois meses e onde o vírus foi descoberto no final do ano passado.
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